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By Immanuel Kant

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Absolu/ A 75, 76 tamente indiferente que eu diga: sem a lei de que um acontecimento percebido é sempre referido a algo de antecedente, que ele segue segundo uma regra universal, um juízo de percepção nunca pode valer como experiência; ou que me exprima assim: tudo o que sabemos por experiência que acontece deve ter uma causa. Convém, no entanto, escolher antes a primeira fórmula. Com efeito, visto que podemos ter a priori e anteriormente a todos os objectos dados um conhecimento daquelas condições sob as quais unicamente é possível uma experiência a respeito deles, mas nunca das leis a que eles podem ser submetidos sem relação à experiência possível em si mesma, não poderemos estudar a natureza das coisas a não ser buscando as condições e as leis gerais (embora subjectivas), sob as quais unicamente este conhecimento é possível enquanto experiência (segundo a simples forma), e determinando em seguida a possibilidade das coisas como objectos da experiência; com efeito, se escolhesse o segundo tipo de expressão e se buscasse as condições a priori sob as /7 7 quais a natureza é possível como objecto da experiência, facilmente poderia entrar num mal-entendido e imaginar que teria de falar da natureza como de uma coisa em si; e ver-me-ia então impelido para esforços infinitos e estéreis a buscar leis para coisas, das quais nada me é dado.

O objecto permanece em si sempre desconhecido; mas quando, graças ao conceito do entendimento, a conexão das representações, que por ele são dadas à / A 79, 80 / A 78 70 71 nossa sensibilidade, é determinada como universalmente válida, o objecto é determinado por esta relação e o juízo é objectivo. É o que queremos explicar: que o quarto seja quente, o açúcar doce, o absinto desagradável (*), são juízos de um valor simplesmente subjectivo. Não pretendo que em todo o tempo, eu próprio ou qualquer outro deva assim sentir; estes juízos exprimem apenas uma relação de duas sensações ao mesmo sujeito, a saber, eu próprio, e também unicamente na minha disposição actual da percepção e não devem, pois, valer para o objecto: a tais juízos dou o nome de juízos de percepção.

Sem dúvida, deveria dizer que a representação do espaço não é apenas inteiramente conforme à relação que a nossa sensibilidade tem com os objectos, pois isso já eu disse, mas até mesmo que ela é plenamente semelhante ao objecto; uma afirmação que, para mim, é desprovida de sentido, tal como se se afirmasse que a sensação do vermelho tem uma semelhança com a propriedade do cinábrio, que em mim suscita esta sensação. OBSERVAÇÃO III Pode, por conseguinte, afastar-se agora comodamente uma objecção fácil de prever, mas sem valor, isto é, «todo /« 5 o mundo sensível se transformaria, mediante a idealidade do espaço e do tempo, em pura aparência».

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